Poetas e poetisas

Florbela Espanca

A poetisa dos excessos

Quando estava no colegial me apaixonei em ler poemas, gostava muito dos autores Nacionais e era os que mais estudávamos na época. Havia uma garota que estudava na minha classe que se chamava Maristela, ela assim como eu era apaixonada por poesia, lembro que a primeira vez que ouvi falar de Florbela Espanca era porque ela estava rabiscando um de seus poemas, tenho lembranças boas dessa época, porque lembro que Maristela, tinha uma letra bonita e sempre rabiscava as bordas de seus cadernos, foi ela quem me falou de Florbela, lembro que ela falava com paixão sobre a poetisa, sobre seu jeito triste de escrever e passar toda sua dor para o que escrevia. Comecei então a pesquisar mais sobre a vida dela, e descobri muito em comum entre eu e seus poemas, essa poetisa é uma verdadeira fonte de inspiração pra mim, vou falar um pouco sobre ela, e postar abaixo o primeiro poema dela que eu conheci.

Florbela Espanca
Poetisa portuguesa, natural de Vila Viçosa (Alentejo). Nasceu filha ilegítima de João Maria Espanca e de Antónia da Conceição Lobo, criada de servir (como se dizia na época), que morreu com apenas 36 anos, «de uma doença que ninguém entendeu», mas que veio designada na certidão de óbito como nevrose. Registada como filha de pai incógnito, foi todavia educada pelo pai e pela madrasta, Mariana Espanca, em Vila Viçosa, tal como seu irmão de sangue, Apeles Espanca, nascido em 1897 e registado da mesma maneira. Note-se como curiosidade que o pai, que sempre a acompanhou, só 19 anos após a morte da poetisa, por altura da inauguração do seu busto, em Évora, e por insistência de um grupo de florbelianos, a perfilhou.
Estudou no liceu de Évora, mas só depois do seu casamento (1913) com Alberto Moutinho concluiu, em 1917, a secção de Letras do Curso dos Liceus. Em Outubro desse mesmo ano matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, que passou a frequentar. Na capital, contactou com outros poetas da época e com o grupo de mulheres escritoras que então procurava impor-se. Colaborou em jornais e revistas, entre os quais o Portugal Feminino. Em 1919, quando frequentava o terceiro ano de Direito, publicou a sua primeira obra poética, Livro de Mágoas. Em 1921, divorciou-se de Alberto Moutinho, de quem vivia separada havia alguns anos, e voltou a casar, no Porto, com o oficial de artilharia António Guimarães. Nesse ano também o seu pai se divorciou, para casar, no ano seguinte, com Henriqueta Almeida. Em 1923, publicou o Livro de Sóror Saudade. Em 1925, Florbela casou-se, pela terceira vez, com o médico Mário Laje, em Matosinhos.
Os casamentos falhados, assim como as desilusões amorosas, em geral, e a morte do irmão, Apeles Espanca (a quem Florbela estava ligada por fortes laços afectivos), num acidente com o avião que tripulava sobre o rio Tejo, em 1927, marcaram profundamente a sua vida e obra. Em Dezembro de 1930, agravados os problemas de saúde, sobretudo de ordem psicológica, Florbela morreu em Matosinhos, tendo sido apresentada como causa da morte, oficialmente, um «edema pulmonar».
Postumamente foram publicadas as obras Charneca em Flor (1930), Cartas de Florbela Espanca, por Guido Battelli (1930), Juvenília (1930), As Marcas do Destino (1931, contos), Cartas de Florbela Espanca, por Azinhal Botelho e José Emídio Amaro (1949) e Diário do Último Ano Seguido De Um Poema Sem Título, com prefácio de Natália Correia (1981). O livro de contos Dominó Preto ou Dominó Negro, várias vezes anunciado (1931, 1967), seria publicado em 1982.
A poesia de Florbela caracteriza-se pela recorrência dos temas do sofrimento, da solidão, do desencanto, aliados a uma imensa ternura e a um desejo de felicidade e plenitude que só poderão ser alcançados no absoluto, no infinito. A veemência passional da sua linguagem, marcadamente pessoal, centrada nas suas próprias frustrações e anseios, é de um sensualismo muitas vezes erótico. Simultaneamente, a paisagem da charneca alentejana está presente em muitas das suas imagens e poemas, transbordando a convulsão interior da poetisa para a natureza.
Florbela Espanca não se ligou claramente a qualquer movimento literário. Está mais perto do neo-romantismo e de certos poetas de fim-de-século, portugueses e estrangeiros, que da revolução dos modernistas, a que foi alheia. Pelo carácter confessional, sentimental, da sua poesia, segue a linha de António Nobre, facto reconhecido pela poetisa. Por outro lado, a técnica do soneto, que a celebrizou, é, sobretudo, influência de Antero de Quental e, mais longinquamente, de Camões.
Poetisa de excessos, cultivou exacerbadamente a paixão, com voz marcadamente feminina (em que alguns críticos encontram dom-joanismo no feminino). A sua poesia, mesmo pecando por vezes por algum convencionalismo, tem suscitado interesse contínuo de leitores e investigadores. É tida como a grande figura feminina das primeiras décadas da literatura portuguesa do século XX.

Esse foi o primeiro poema dela que eu li:

Eu …
Eu sou a que no mundo anda perdida,
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho,e desta sorte
Sou a crucificada … a dolorida …
Sombra de névoa tênue e esvaecida,
E que o destino amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida!…
Sou aquela que passa e ninguém vê…
Sou a que chamam triste sem o ser…
Sou a que chora sem saber porquê…
Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo pra me ver,
E que nunca na vida me encontrou!
“Florbela Espanca”
Ainda hoje, muitos anos tendo se passado desde então, sou inspirada por essa poetisa incrível, seus poemas ainda tocam minha alma, e continuo me identificando com suas dores e seus amores, e vocês, já conheciam Florbela, sua obra? ou nunca tinham ouvido falar?
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Crônicas

Insônia

Não estou em um dia bom, tenho tido dias assim, não sei o que acontece comigo, sinto que não posso estar plenamente contente, que quando minha felicidade chega ao auge pode se esperar uma grande queda a seguir. Sinto-me constantemente caindo em um buraco sem fundo, esperando a qualquer momento o baque surdo do meu corpo contra o chão, o baque que nunca acontece e fico naquela constante espera. Tenho tido noites de insônia, o que me faz acordar tarde todos os dias, sempre depois do meio-dia, meu sono nunca é calmo, tenho sonhos turbulentos, mas a verdade é que gosto desses sonhos, eles meio que me inspiram a escrever. Normalmente acordo e fico mais uma hora deitada olhando o teto, não é preguiça de levantar da cama, é falta de coragem mesmo, tenho medo do mundo fora da minha cama, fora da minha área de proteção, tenho mil planos que tenho medo de tirar do papel, tenho mil sonhos e medo de sonhar todos eles, tenho muitos desejos, mas nenhum gênio para realiza-los.
Levanto da cama, meu corpo dolorido de dormir até tarde, escovo os dentes em um ritmo preguiçoso, e jogo uma água na rosto para tentar despertar, tomo um xícara de café ainda tentando despertar e depois faço o que tiver pra fazer ou que tiver que fazer, sim meus dias tem sido chatos e monótonos, mas não posso reclamar um pouco de monotonia me faz bem e me dá tempo para uma boa leitura, tenho conseguido ler muitos livros ultimamente,  meu problema tem sido escrever, não tenho conseguido colocar no papel o que preciso, talvez o jeito seja mudar meu foco, é acho que isso pode dar certo, enquanto isso vou continuar acordando tarde pois isso me faz bem.

Crônicas

Eu não sou a minha irmã!

“Texto escrito em 2013”

Lembro-me muito bem de ter passado boa parte da minha adolescência ouvindo minha mãe dizer:
_Porque você não é igual sua irmã? Sua irmã é tão responsável porque você não pode ser assim?
Para poderem entender um pouco a mente obsessiva da minha querida mãezinha tenho que dizer que a irmã a qual ela se referia era a minha irmã do meio, eu sou a mais velha e era uma “vergonha” pra ela porque mesmo aos 17 anos não arranjava emprego e a minha irmã aos 15 conseguiu o primeiro dela. Já minha irmã caçula coitada era a ovelha negra da família, éramos uma enorme família de desajustados e a ovelha negra calhou de ser logo a magricela e tímida da minha irmã mais nova. O que em nada minha irmã do meio tinha de tímida, era a pessoa mais sociável do mundo, sempre rodeada de amigos, era quem podia trazer tanto meninas e meninos para as festas do pijama em casa, e eu mal podia trazer uma amiga para passar a tarde imagina um menino. Eu nunca pude fazer um piercing, minha mãe sempre dizia:
_Quando você morar sozinha e for dona do seu corpo poderá fazer o que quiser.
Já minhas duas irmãs ambas aos 15 anos colocaram piercings no nariz e orelhas, e minha mãe nunca implicou com elas, já eu, apenas uma furei a orelha uma vez, o que foi motivo para ficar de castigo, nunca entendi muito bem a lógica de minha mãe, sua desculpa era a de que ela colocava mais fé em mim por ser a mais velha e queria evitar que eu fizesse besteira e estragasse o meu futuro, então nesse caso eu não podia sair e nem ir para baladas enquanto minhas irmãs ficavam com toda a diversão de serem jovens. Matar aula eu nem podia sonhar, minha irmã simplesmente chegava e dizia:
_Não vou pra escola hoje!
E não ia! Ela saia com as amigas e tudo que eu não tinha direito.
Quando fiz 18 isso mudou um pouco e aos 20 então me tornei a filha modelo e porque? apenas porque me casei na igreja de vestido de noiva e tudo que manda o figurino, e a minha irmã? bem ela engravidou aos 18 morando debaixo do teto da minha mãe, isso não deveria ser ruim, aliás ela já era maior de idade não é mesmo, mas acontece que vivo em um bairro pobre de espirito em que ser mãe solteira é visto com maus olhos, e pra completar minha irmã caçula fugiu de casa aos 17 para morar com um rapaz, aos 19 acabou engravidando e aos 6 meses de gravidez voltou a morar na casa da minha mãe, pronto mais uma mãe solteira na família, e os vizinhos? Ah os vizinhos se escandalizaram é claro, e eu o que sempre ouço é:
_E você? não quer ter filhos?
_Já tá passando da hora!
_Suas irmãs foram mais rápidas que você!
_A única que se casou e não é mãe!
_Mas porque você não quer ser mãe? você é jovem vai mudar de ideia!
Sabe o que eu ouço? apenas o mimimi de pessoas maldosas que não tem uma vida interessante, que são parasitas e necessitam se alimentar do que acontece na vida alheia, eu não tenho filhos, mas escrevi um livro, comecei a faculdade e estou montando minha própria empresa, e filhos posso ter quando eu me sentir preparada para ser mãe, ou nunca, isso não vai influenciar quem eu sou, não vou me definir por ser mãe, minhas irmãs são mães solteiras, mas estão terminando a faculdade, elas trabalham e namoram, ser mãe nunca as impediu de sonhar e não ser mãe não vai me impedir também, eu não sou como a minha irmã e nunca serei, somos o mesmo sangue, mas não somos a mesma pessoa, parem de nos comparar.

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MULHERES | Antologia Poética

Esse ano dei inicio a um projeto muito importante para mim, que já estava guardado na gaveta há alguns anos, e com a ajuda de 17 autoras maravilhosas (incluindo eu) consegui tornar realidade.

A primeira antologia Mulheres está acontecendo, e será lançada no mês que vem (Se tudo der certo e nada nos atrasar), a nossa capa ficou incrível e já podemos mostrar.

capa

Sinopse:

Este livro foi escrito por mulheres, para mulheres.
Foi feito com carinho, para aquela que luta e sonha com um mundo melhor.
Para a que não desanima em meio as provações do dia-a-dia.
Para poderosa que vai para a guerra em meio a essa selva que é o mundo.
Para a mulher empoderada, que chora e ri, que é forte, bruta e ao mesmo tempo romântica e feminina, para nós que somos muitas em uma. 
Para a livre, que quer ser livre, que está em busca de sua essência, de sua felicidade, ou a que já se encontrou.
Que esse livro possa inspirar você a ser tudo que sempre sonhou e ir além, pois sonhos se realizam.
Basta acreditar!

Para conhecer nossas autores, clique nas abas com o nome de cada uma na barra superior do blog.

O livro já está em pré-venda e para adquirir pode ser através do e-mail: escritora.ramos@gmail.com

E para participar das próximas antologias o e-mail pode ser enviado para o mesmo endereço acima.

poemas, Sem categoria

Desabafo

Minha vida vai se deteriorando pouco a pouco, me pergunto como cheguei nesse ponto, como deixei isso acontecer, e se a culpa de estar assim é realmente minha.

Tento encontrar explicação, porque não é possível que minha vida esteja se esvaindo tão depressa por entre meus dedos, sem que eu possa fazer nada para mudar o rumo da situação, tento gritar mais tudo que ouço é um gemido rouco e fraco de uma voz que um dia já foi forte, alta e estridente, lágrimas percorrem meu rosto, e nada as param, tento enxuga-las, as fazer pararem, mais novas brotam nos cantos de meus olhos.

Sinto-me nua, uma pessoa crua, uma tela vazia, sentimentos escassos, um objeto inanimado, a única forma de comunicação são as palavras que ninguém pode me tomar, isso não, isso me pertence, é meu por direito, meu… Será mesmo ou só estou tentando me convencer? Não, tenho certeza! Isso é meu… Um prazer só meu, e sendo assim talvez eu ainda tenha algum controle sobre minha vida medíocre!

poemas

Eu tenho raiva

Eu fui parando de me importar,

De me importar com futilidades,

De me importar com a minha aparência,

De me importar com o que visto,

De me importar em comer,

Ou de pentear o cabelo.

 

Eu fui parando de me importar,

De me importar com o que importa,

De me importar se alguém se importa,

De me importar comigo mesma,

De viver,

De amar,

De ser.

 

Eu fui simplesmente deixando de me importar,

Deixei meus livros de lado,

Minha poesia de lado,

A merda da rotina de lado,

E fiquei apenas vendo a vida escapar,

Fugir por ai.

 

Eu não tenho mais vontades,

Não tenho curiosidades,

Não tenho mais o que aprender.

 

Eu me tornei uma pessoa mesquinha,

Não sei sorrir,

Não sei chorar,

Virei apenas uma carcaça,

Pobre de sentimentos,

E de opinião.

 

E tudo que me restou, foi à raiva.

 

Eu tenho raiva de quem menospreza a minha dor diante de sua própria dor,

Eu tenho raiva de quem não me dá o devido valor,

Porque se eu sofro, não vou fazer da minha indigna posição fonte de humilhação,

Eu sofro.

 

Mas meu sofrimento não é nada perante os que me rodeiam,

Todo mundo sofre menina,

Para de frescura e vai procurar o que fazer.

 

A raiva vai crescendo,

Vai me consumindo,

E se eu explodir?

Não sei o que será de mim!

Eu não sinto mais vontade de viver,

Eu não quero viver,

E se eu morrer?

Serei saudade ou serei alívio?

“Josielma Ramos”

Crônicas

Pouco a pouco estou morrendo

_Não chora! não chora que é pior_ Disse a mim mesma
Será mesmo, será que pode ser pior do que tem sido?
Não tenho vontade de me olhar no espelho pra não ter que olhar refletido a imagem do meu fracasso, não tenho vontade de me arrumar _Me arrumar pra que?
Apenas tenho vontade de ficar deitada o dia inteiro no escuro e silêncio do meu quarto, não espero que me compreendam, sinceramente não espero ser compreendida, fato que alguns podem chamar de vagabundagem eu chamo de profunda tristeza pregada profundamente no coração da minha alma, se é que almas podem ter corações.
Acontece que não sinto vontade de calçar sapatos, quero sentir o chão frio sob meus pés, a verdade é que nem vontade de pentear meus cabelos tenho mais, dói fazer isso e não tenho mais paciência.
A verdade de verdade é que cada uma dessas insignificantes coisinhas que fazemos no nosso dia-a-dia me fazem sentir que estou perdendo meu tempo, um tempo que poderia ser aproveitado de maneira melhor do que ficar me lamentando por não fazer nada.
Eu tenho a vontade e a ideia dentro de mim, só não sinto a felicidade de dize-la ou colocar pra fora, e toda vez que tento sinto o chão se abrir embaixo de mim, ouço alguém rir ou gritar comigo, me mandam calar a boca, quanto tempo terei mais que aguentar viver assim? minha vida são pequenos fragmentos perdidos pelo mundo, um mundo que talvez eu nunca venha a conhecer, estou apenas perdida tentando me encontrar, e quando penso que estou  chegando perto me afasto do objetivo, fujo da realidade, tenho medo dela, não é fácil assumir, mais essa é a verdade, tenho medo de ter me tornado adulta, medo de nunca conseguir ser adulta.
A verdade é que eu sinto que estou morrendo

Youtube

Canal no Youtube

Olá galera, estou com um canal no youtube, na verdade ele já existe há quase 7 anos, mas eu nunca fui de gravar muitos vídeos e acabei deixando ele lá paradão.

Esse ano resolvi reviver esse projeto, lá eu falo sobre livros, dou dica para escritores, falo sobre maternidade e trabalho.

Então se você curte esses assuntos, vem conhecer meu canal e não esqueça de se inscrever para ajudar ele a crescer, vocês também podem opinar sobre os assusntos que serão abordados lá e me dar ideias, e então, vamos lá conhecer? segue o link abaixo:

Escritora Ramos

Ahhhh, já ia quase esquecendo, quando chegar a 500 inscritos vai rolar um SORTEIO bem bacana, serão 5 livros mais marcadores de página, e aí? vai ficar fora dessa? só falta 100 inscritos para batermos a meta, bora lá pessoal.

Sem título

Sem categoria

Chuvas de Verão

Uma pitada de Marjorye

Quando o tempo seca e fica abafado,
nada mais gostoso que sentir aquele cheirinho de terra molhada,
chuva leve e passageira,
que deixa seu frescor e aquele gostinho de quero mais.
Assim são algumas pessoas, cheias de luz própria, aparecem nos dias que mais precisamos, trás paz e harmonia aos nossos dias chuvosos e quando menos se espera elas vão embora, não necessariamente para um outro plano, mas para emanar energia positiva a outras vidas. Em alguns casos elas permanecem como um arco-íris no final da chuva, sempre trazendo coisas boas e enriquecendo as nossas vidas.
Se não conhece alguém assim, certamente você é o ar fresco de outra pessoa.

Ps; “Trate os outros como gostaria que tratassem você.”

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